Dia 2
Diário de viagem

Convenientemente desarrumada a montanha de malas do dia anterior, amanhecendo numa certa ressaca da respectiva noite, alguém – não digo quem?!, mas não fui eu -, tropeçava numa colecção infindável de máquinas, de fios, microfones, de gadgets utilitários e outros menos, pela frente uma tarefa que, confessamos, se revelou hercúlea: Encontrar um carro adequado ao nosso orçamento, que nem vale a pena dizer que é para lá de escasso. No máximo, podíamos dispensar oito mil pesos, à volta de mil e 700 euros.Características idealizadas: Uma viatura com quatro pneus que não estejam em fase pré-furo, com um motor que não sofra de nenhuma doença crónica, chaparia que aguente as portas - o que pressupõe a existência das mesmas -, chassis com capacidade para coisa de 15 mil quilómetros de estradas duras, estofos sem pulgas, um sinal vermelho no tablier que nos avise quando precisa de uma dose de óleo, um rádio, uma mala onde caibam as nossas, um interior onde caibamos nós.

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E, muito importante, um carro que não seja a gás, mas a nafta, eufemismo de gasolina, já que as estações de abastecimento de gás “evaporam-se” mais a sul do território argentino. Estranha coisa, já que o gás é menos poluente do que a gasolina convencional e quanto mais se avançar a sul, mais a região necessita de “ternura” ecológica. Contas para o rosário “on the road”. Primeiro, o carro.

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Comentários

Uma resposta to “Dia 2”

  1. gui on January 2nd, 2008 10:56 pm

    barril

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